As estatísticas de Ruben Amorim no Manchester United estão cada vez piores. O treinador português levou a cabo o seu 21.º encontro Premier League , onde está em 14.ª posição, e segue com apenas 23 pontos conquistados.
Dentro desses 21 jogos, houve 10 derrotas, 5 empates e apenas 6 vitórias, significando uma taxa de derrotas de 47,62% e um índice de vitórias de 28,57%. Em termos gerais, suas equipes anotaram apenas 26 gols enquanto tomou 33, correspondendo a média de 1,24 gols marcados e 1,57 sofridos por partida. Além disso, conseguiu acumular só 1,1 ponto por jogo, sendo seu maior número de partidas seguidas sem perder apenas quatro. Everton (2-2), Ipswich (3-2), Arsenal (1-1) e Leicester (3-0). Em Old Trafford são 3 pontos, enquanto fora são apenas 2.
Os números apresentam um quadro muito desfavorável, mas ficam ainda mais evidentes quando confrontados com as performances dos treinadores anteriores. Na verdade, estes resultados representam até os piores registos do clube após a era Ferguson. Se observarmos a média de pontos por partida, verificamos que o técnico português tem como referência imediata Ralf Rangnick, com 1,54 pontos numa gestão de 24 encontros — resultando em dez triunfos, sete igualdades e sete revés. Em sequência surge David Moyes, cujo mandato foi apenas marginalmente superior ao de Rangnick, obtendo uma média de 1,68 pontos — onze sucessos, seis partidas encerradas num impasse e onze contratempos. A par deste valor está Erik ten Hag (com 1,72). Posteriormente encontramo-nos com Louis van Gaal (que soma 1,79) e Ole Gunnar Solskjaer (a rondar os 1,81). Finalizando esta lista, José Mourinho destaca-se como o melhor gestor da equipa neste contexto atual, marcado pela sua marcação de 1,89 pontos na tabela classificativa; contudo, este número permanece abaixo das marcas alcançadas durante a presidência de Sir Alex Ferguson, fixada nos notáveis 2,16.
Quanto às taxas de derrota, o antigo Sporting Também não alcança as taxas de Moyes (32,4%), Ten Hag (31,8%) ou Rangnick (29,2%). Em seguida vêm Van Gaal (23,7%) e Solskjaer (22%), com Mourinho (18,3%) e Ferguson (14,1%) mantendo-se na liderança. No tocante às porcentagens de vitória, todas estão próximas entre si (de 50% até 53,76%), à exceção do desempenho menos favorável de Rangnick (com apenas 41%) e o notavelmente superior de Ferguson (até 65%).
No que diz respeito aos gols, Amorim ainda se mantém como um dos piores, com maior enfoque nos sofridos. Rangnick é o mais próximo ao estilo de Amorim (com 1,38 contra 1,57 por jogo), enquanto Ten Hag também apresenta números semelhantes (1,32). Em seguida temos Moyes (1,18) e Solskjær (1,16), apesar da equipe do técnico do Everton realizou significativamente fewer partidas em comparação com outros treinadores, enquanto Van Gaal (0,95) e Mourinho (0,92) apresentam índices similares, sendo que Ferguson se destaca com uma média de 0,87. No quesito gols sofridos, os holandeses estão à frente de Amorim (1,45 contra 1,24), além disso, ficam acima de Mourinho (1,62), Moyes (1,65) e Solskjaer (1,78), incluindo Rangnick (1,38).
Em finais de sequências invictas, é importante destacar Mourinho com seus 24 jogos sem derrotas, sendo majestoso dentro de casa, e Solskjaer, que superou o recorde da equipe para partidas sem perder como visitante (29). Ten Hag apresentava bons resultados em Old Trafford (20), contudo, seu desempenho fora foi mais modesto (4).
Ruben Amorim provavelmente dispõe de um período adicional para resolver o cenário atual na temporada seguinte, e a chave poderá ser alcançada através da vitória. UEFA Europa League , que adicionará outro troféu ao salão de trofeus e garantirá também a qualificação para a UEFA Champions League , mas com certeza precisaremos de um mercado de transferências adequado.