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Hoje, durante aassembleia-geral, os accionistas da REN – Redes Energéticas Nacionais ratificaram todas as propostas em discussão, que englobam também a atribuição de aproximadamente 104 milhões de euros como dividendo, conforme informou o mercado.

No comunicado dirigido à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a companhia chefiada por Rodrigo Costa anunciou que os accionistas validaram "a utilização dos lucros líquidos apurados até 31 de dezembro de 2024", cifrando-se estes num total de 152,5 milhões de euros, o que representa uma subida de 2,2% comparativamente com o período prévio.

Desse montante total, 68,7%, equivalente a 104 milhões, será atribuído como dividendo para os acionistas.

Considerando que a REN já efetuou uma distribuição prematura de dividendos no montante de 42,7 milhões de euros — equivalente a 0,064 euros por ação e de acordo com as deliberações do Conselho de Administração realizadas em 6 de março deste ano —, ficará disponível para distribuir-se agora o restante de 62 milhões de euros, "correspondendo isso à atribuição de um valor líquido total de dividendo por ação de 0,093 euros", como mencionado na mesma nota oficial.

Adicionalmente, foi autorizado "a distribuir entre os funcionários da REN e das suas empresas controladas" uma quantia de 4,8 milhões de euros, que, "por causa das normas contabilísticas atuais, já está incluída nos lucros líquidos do período encerrado em 31 de dezembro de 2024", explica a organização responsável pela gestão das infraestruturas energéticas do país.

Um outro ponto aprovado, além da moção de aprovação e elogio ao Conselho de Administração, foi a permissão concedida à equipe gerencial para "distribuir até o término do ano exercicio em 2025, os lucros retidos disponíveis para serem repassados aos acionistas", desde que sejam atendidas as exigências mencionadas na proposta submetida pelo Conselho de Administração".

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