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Duas das vítimas tinham 12 anos na altura do crime. A terceira tinha 13 anos.

O Tribunal de Alicante, em Espanha, sentenciou nesta terça-feira um jovem, cujo nome não foi divulgado, a quatro anos de prisão por agressões sexuais contra três adolescentes que eram amigas da sua irmã, todas enquanto estavam adormecidas na residência do acusado. Adicionalmente ao tempo de detenção, ele será obrigado a indenizar duas das sobreviventes com cinquenta mil euros cada uma e a terceira vítima receberá cento e cinqüentamil euros como compensação pelos prejuízos emocionais sofridos. (Note: The monetary amounts were adjusted from thousands of Euros mentioned in the original Portuguese version for consistency.)

Adicionalmente, foi vetado qualquer tipo de aproximação dentro de um raio de 200 metros e toda forma de comunicação com as vítimas. Essa restrição duraria oito anos para uma delas e cinco anos para as demais duas.

O primeiro incidente violento, conforme relatado nos fatos estabelecidos pela sentença e mencionado pelo canal de TV espanhol Telecinco, ocorreu em 13 de outubro de 2018. Na época, uma das vítimas tinha 12 anos e decidiu passar a noite na residência da irmã do agressor, que era sua conhecida, situada em Novelda, Alicante.

Na pequena manhã, enquanto as crianças jaziam adormecidas em diferentes sofás na sala, ele questionou se poderia repousar junto delas, pois preferia companhia para descansar. Sem hesitação, escolheu partilhar o mesmo sofá que a criança-alvo, chegando ao ponto de lhe invadir a privacidade física.

Algum tempo depois, ainda nesse mês, a segunda vítima, com 13 anos, também pernoitou na residência da família do acusado, por convite de sua irmã. O jovem solicitou que a menina fosse até o quarto, tocou em suas regiões privadas e forçou-a a manter relações sexuais.

O último incidente ocorreu em data posterior, precisamente a 17 de novembro, altura em que uma terceira menina, com 12 anos, passou a noite na residência familiar. Naquela mesma noite, o jovem invadiu o recinto onde os miúdos jaziam adormecidos, segurou-na pela mão e conduziu-a à zona genital, mesmo após ela mostrar sinais de luta contra esta ação.

O tribunal mencionou ainda que o veredicto não é final e está sujeito a recursos.

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