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Aporte nos fundos de títulos sofreu uma redução de 277,4 milhões de euros (1,3%) em março deste ano comparado ao mês anterior, conforme dados divulgados pela CMVM.

Desta forma, esse montante sob gestão dos órgãos de investimentos coletivos em títulos (OICVM) somou 21.074,9 milhões de euros, reduzindo-se em 277,4 milhões (1,3%) comparado com janeiro. Quanto aos fundos de investimento alternativo (FIA), o volume mensal sob gerenciamento aumentou 0,05% na comparação com o mês precedente, alcançando 678,1 milhões de euros.

"O montante investido em ações aumentou 2,9% para emissoras domésticas e diminuiu 6,9% para as internacionais, comparativamente ao mês anterior. Quanto à dívida da tesouraria do governo, houve uma queda de 37,6% nos títulos nacionais e um aumento de 1,8% nos estrangeiros. Já os valores aplicados em títulos apresentaram uma redução de 4,5% nas emissões domésticas e um acréscimo de 2,2% nas internacional", conforme se lê no comunicado divulgado pela CMVM.

A Galp continuou sendo o título mais significativo nas carteiras dos fundos, correspondendo a 12,3% do montante total investido, depois de um aumento mensal de 9,8%. Em seguida veio a Jerónimo Martins, que registrou um acréscimo de 2,6% em suas cotas nos fundos, enquanto o BCP teve um incremento de 7,7% comparado ao mês de fevereiro.

Quanto aos investimentos em títulos da União Europeia, as empresas mais presentes nos portfólios dos fundos de investimento incluíram a Siemens, a LVMH e a Inditex. Fora do território europeu, as principais escolhas mencionadas foram a Visa, a Microsoft e a Nestlé.

A Alemanha ocupou a primeira posição nos destinos de investimentos dos OICVM em março, captando 24,1% do volume total aplicado pelos fundos, com os Estados Unidos em segundo lugar (com 14,7%), e o Luxemburgo em terceiro (com 11,7%). Já Portugal recebeu uma parcela de 4,1%.

As sociedades gestoras que detêm as maiores fatias do mercado são a Caixa Gestão de Ativos (com 31,6% das cotas), a IM Gestão de Ativos (com 22,7% das cotas) e a Santander Asset Management (com 16,7% das cotas).

Em março, criou-se um fundo de investimento mobiliário aberto chamado "Caixa Wealth Ações PPR/OICVM – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto em Ações para Poupança da Reforma", administrado pela Caixa Gestão de Ativos.

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