Um indivíduo com 44 anos foi preso por ter cometido 15 roubos em instituições como bancos, hotéis, restaurantes e padarias na capital lisboeta, sendo posteriormente sentenciado a uma pena de 12 anos de cadeia e obrigado a indenizar o governo português com um valor total de 13.870 euros.
Num comunicado, a PSP indicou que a prisão ocorreu em 1 de abril e mencionou que o indivíduo possuía uma extensa história criminosa envolvendo delitos semelhantes. Ele havia sido sentenciado a onze anos de cadeia em 2015. Estava sob regime de liberdade condicionada quando voltou a ser preso.
De acordo com a PSP, embora esteja fisicamente debilitado por causa de uma cicatriz na região do pescoço, continuava cometendo roubos. Ele aproveitava essa situação para facilitar o acesso aos interiores das lojas e assim subtrair os objetos alheios sutilmente.
Durante as suas diligências, os membros da equipa da Divisão de Investigação Criminal descobriram que o indivíduo auferiu um ganho acima dos 50.000 euros durante o período compreendido entre novembro de 2023 e março de 2024, data em que se viu privado da liberdade por força do processo judicial e consequente aplicação da medida de coação consistindo na prisão preventiva. Posteriormente, num mês de março já decorrido em 2025 e depois de submetido a julgamento, aquele mesmo sujeito recebeu como sentença a imposição simultânea de uma penalidade prisional estipulada para durar 12 anos além de ser compelido à restituição total no montante de 13.870 euros aos cofres públicos nacionais.