Convidada do programa "Clap" na Europe 1 Em 5 de abril de 2025, Marilou Berry divulgou uma história impactante acerca de suas conexões pessoais com o próprio corpo, a ideia de liberdade e as lições aprendidas durante sua formação. Proveniente da união entre a famosa atriz Josiane Balasko e o renomado roteirista Philippe Berry, ela descreveu como aquelas experiências precoces lhe proporcionaram ferramentas para se mover pela vida atualmente, sem estar presa pelas convenções sociais vigentes.
Um ensino distante dos condicionamentos
Inspira-se numa declaração stereotipada feita por Marc Lavoine, na qual ele afirmou ter sido criado como uma garota pois foi ensinado a lavar louças, que Marilou Berry respondeu: Cresci como um garoto pois nunca me ensinaram que para uma mulher é fundamental ser atraente. Ela recorda-se de uma educação desembaraçada das limitações geralmente aplicadas às raparigas: Muitas vezes, as garotas são ensinadas a sempre sorrir, permanecer em silêncio e agir de forma discreta. Que sua beleza é algo valioso para ser protegido e conservado. Essa não foi minha educação. Pelo contrário, disseram-me que poderia perseguir qualquer objetivo.
Liberdade física, liberdade mental
Para Marilou Berry, essa educação é uma força que a acompanha até hoje. Ela diz: "Sinto-me extremamente livre no que faço e meu corpo nunca me impediu de nada." E para finalizar, uma frase que se tornou viral ficou assim: Independentemente se sou manequim 52 ou manequim 38, visto um maiô e dirijo-me ao mar. Isto não indica que estou confortável, mas sim que isso não me impede de desfrutar quando desejo.
Uma forte declaração sobre aceitar-se a si mesmo, enfatizando a distinção entre ter confiança em oneself e ignorar as limitações que a sociedade impõe.
Um conjunto de ideias passadas para a próxima geração
Hoje, a mãe de um garoto chamado Andy, Marilou Berry, enfatiza em passar adiante esses valores de liberdade e aceitação sem julgamentos: Na formação dos mais novos é crucial transmitir-lhes que estão livres para perseguirem qualquer coisa que desejarem. E enfatizar o fato de que essa mensagem é ainda mais crucial para as meninas: Minhas filhas, precisamos dizer a vocês que podem fazer tudo o que desejarem. Apenas por serem meninas, isso não quer dizer que devam se limitar comparado com os meninos.
Um depoimento que ecoa poderosamente num contexto onde os ditames estéticos permanecem bastante evidentes, servindo como uma lembrança de que a liberdade frequentemente tem suas raízes nas mensagens recebidas já na tenra idade da infância.