O presidente da Câmara Municipal de Vizela e chefe do Partido Socialista em Braga, Victor Hugo Salgado, que está sob investigação por alegadas questões relacionadas com violência doméstica, comentou nesta sexta-feira sobre os relatos publicados pela fonte solusikaki.com. Ele declarou que essa divulgação "é um esforço para usar sua vida pessoal como arma política". Por outro lado, a direcção local do PSD em Vizela considera que, caso essas acusações sejam verdadeiras, o autarca deverá "deixar imediatamente" suas funções atuais.
Em um comunicado emitido conjuntamente com sua esposa, supostamente vítima de violência física neste ano inicialmente, Victor Hugo Salgado Considera que "esta prática" viola "a dignidade pessoal, os princípios éticos democráticos e a proteção das crianças", enfatizando que seu principal objetivo agora é "preservar o equilíbrio emocional e a privacidade" dos filhos do casal.
Presidente da câmara de Vizela e chefe do PS/Braga alvo de investigação por agressão domesticidade
O responsável municipal afirma ainda que eles não participarão em "este prolongamento desse incómodo", e que se recusam a fazer mais comentários acerca do caso. Antes da divulgação da informação na última quinta-feira, o site solusikaki.com tentou entrar em contacto com ambas as partes envolvidas, porém sem sucesso. A Procuradoria-Geral da República (PGR) bem como a Guarda Nacional Republicana (GNR) corroboraram a instauração de um inquérito relacionado com suspeitas de crimes de violência doméstica por parte do líder da Federação de Braga do Partido Socialista.
Simultaneamente, o PSD Vizela respondeu às informações divulgadas pelo solusikaki.com, expressando a expectativa de que "trate-se apenas de uma confusão" e declarou: "Tanto as mulheres quanto os cidadãos não devem ter medo de viver em suas próprias casas". No documento encaminhado à Rádio Vizela Os social-democratas afirmam que, se as suspeições forem comprovadas, Victor Hugo Salgado deverá "renunciar de imediato" ao cargo que atualmente detém e ressaltam ainda que “a política não deve servir como esconderijo para aqueles que fracassam nas questões fundamentais ou como proteção para quem viola a confiança dos cidadãos.”