As alternativas dos respetivos partidos não concordaram em nenhum assunto, desde as questões habitacionais até aos temas da defesa. O chefe do CDS criticou o BE por "decisões baseadas em ideologias" que teriam sido prejudiciais ao país na área da saúde; enquanto isso, uma deputada do Bloco acusava o representante centrípeto de se encontrar numa posição de "negação" relativamente à NATO.
Sem fazer referências à falta de Luís Montenegro nem ao último escândalo envolvendo Pedro Nuno Santos, os substitutos do Bloco de Esquerda e da Aliança Democrática mostraram-se ansiosos por abordar questões políticas específicas desde o início — concentrando-se também nos pontos divergentes entre eles próprios. O debate foi caracterizado pelo seu foco nas ideias em vez das personalidades controversiais. ausência total de convergências Apenas o nome de Paulo Portas juntou os dois debatedores quando o assunto mudou para a imigração.
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