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No mês de março anterior, Cristina Rodrigues foi denunciada pelo Ministério Público por ter supostamente praticado um delito de danos relacionados com programas ou outras informações computadorizadas, ocorrido em 2020, quando ela se encontrava em processo de retirada do partido PAN.

No decorrer deste procedimento, o Ministério Público solicita uma penalidade que não ultrapasse cinco anos de prisão, tendo em conta a falta de antecedentes criminais por parte de Cristina Rodrigues.

A questão gira em torno de uma reclamação feita pelo PAN, afirmando que Cristina Rodrigues eliminou milhares de emails após deixar o partido e tornar-se numa deputada sem filiação partidária.

Este evento aconteceu em 2020, quando já não possuía autorização para acessar o endereço de email mencionado.

A advogada de 39 anos, Cristina Rodrigues, foi escolhida como deputada pelo Partido Animalista Pelo ANIMA (PAN) em 2019, contudo distanciou-se desta formação política em junho de 2020 e tornou-se numa deputada sem filiação partidária.

Nas eleições legislativas do ano anterior, Cristina Rodrigues ocupou o terceiro lugar na lista de candidatos à Assembleia Legislativa por parte do partido Chega para o distrito do Porto e foi selecionada como deputada.

No parlamento português, nesta legislatura, atuou como coordenadora do partido Chega na Comissão de Assuntos Constitucionais e também assumiu o papel de relatora na Comissão Parlamentar de Inquérito referente às gêmeas luso-brasileiras que receberam o fármaco Zolgensma.

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