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A economia aparece na liderança entre as preocupações dos participantes da pesquisa realizada recentemente. barómetro DN/Aximage , abordando questões como a corrupção ou a imigração. Segundo as respostas dos 667 questionados, problemas econômicos familiares e nacionais foram considerados prioritários por 55% dos participantes deste estudo, enquanto que a corrupão foi citada por 45%, e a imigração foi identificada como uma preocupação para 41%.

A execução da pesquisa — durante o período de 4 a 8 de abril, através de um formulário online e chamadas telefônicas para adultos com mais de 18 anos residentes em Portugal — baseou-se na seguinte pergunta feita aos participantes: "Com o inicio da campanha eleitoral à vista, além das preocupações sobre saúde e moradia que afetam a todos nós, pessoalmente, qual desses tópicos você gostaria de ver discutido (Por favor indique até dois temas considerados mais relevantes)?"

Ou seja, A saúde e a habitação eram imediatamente excluídas das respostas dadas pelos entrevistados desde o início da pesquisa. Embora estes possam ser os assuntos mais urgentes durante a campanha para as eleições legislativas antecipadas do dia 18 de maio. Após a economia, a corrupção e a imigração, as questões relativas às pensões foram mencionadas por 27% dos respondentes, seguidas pelo investimento em defesa, que foi citado por 16%.

Ao analisar detalhadamente a perspectiva partidária, percebe-se que a economia foi o assunto de maior destaque entre os eleitores da Iniciativa Liberal (IL) e do Bloco de Esquerda (BE), com ambas as facções alcançando uma taxa de 66%. No caso dos seguidores do Partido Socialista (PS), observa-se um cenário semelhante, onde a economia liderou com 57% das menções. Este tópico mantém sua predominância quando se consideram suas divisões geográficas — tanto ao norte quanto ao sul do país — bem como pelo gênero, com 60% das mulheres e 50% dos homens priorizando esta questão.

No que diz respeito à corrupção, esta questão preocupa mais os eleitores do Chega, mencionada por 59% destes, embora num grau inferior ao da imigração, considerada a principal preocupação por 69% desse mesmo grupo eleitoral. Em contrapartida, aqueles que apoiam o partido AD ou PAN mostram-se menos atentos à corrupção, com apenas 41% das respostas neste tópico entre eles.

Na secção da imigração, os eleitores de IL e CDU mostram menos apreensão sobre esta questão, representando 19% e 20%, respectivamente, nestas formações políticas. Por outro lado, estes mesmos partidos estão nas pontas opostas quando se fala em pensões, uma vez que entre os comunistas esse assunto é relevante para metade dos votantes, enquanto que apenas 9% dos liberais considera-o importante.

Finalmente, há uma menção à despesa com a Defesa, onde o valor mais elevado é observado entre os eleitores da AD, alcançando 27% neste tema de preocupação durante a atual campanha, enquanto que para o eleitorado do PAN este assunto nem sequer recebe consideração (0%).

Três ministros obtêm mais feedbacks favoráveis do que desfavoráveis.

O barómetro DN/Aximage de abril mostra uma avaliação positiva para somente três ministros no governo comandado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro.

De acordo com os dados apresentados no estudo, Fernando Alexandre, o ministro da Educação, tem a melhor pontuação, recebendo 41% de feedbacks positivos contra apenas 33% consideradas como negativos pelos envolvidos. Em seguida está Paulo Rangel, responsável pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que recebeu uma avaliação favorável por parte de 42%, enquanto 37% foram vistas como desfavoráveis. O terceiro lugar neste ranking pertence ao Ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, tendo alcançado um equilíbrio entre as opiniões com 40% de respostas positivas e 37% negativas.

Por outro lado, segundo o barómetro DN/Aximage, a Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, obtém as piores classificações, com 60% das respostas a atribuírem-lhe uma nota negativa e apenas 24% a avaliarem-na de forma positiva.

Mesmo tendo o pior desempenho entre seus colegas do governo, Ana Paula Martins foi capaz de elevar suas taxas de aprovação comparadas com as medições realizadas em março, período durante o qual ela recebeu críticas negativas de 66% dos entrevistados e feedbacks positivos apenas por 23%.

A avaliação do desempenho de Marcelo Rebelo de Sousa melhorou em abril.

Os participantes na pesquisa expressaram ainda opiniões sobre o desempenho do Presidente da República, que atualmente goza de um apoio majoritário em relação ao seu cargo em Belém.

Em março, Marcelo Rebelo de Sousa obtinha uma avaliação positiva de 43%, sendo que 46% dos entrevistados achavam que ele estava "mal ou muito mal" durante o seu mandato. Atualmente, houve um retorno ao campo positivo, com 48% das pessoas acreditando que o presidente está agindo "bem ou muito bem". Por outro lado, a porcentagem daqueles que afirmaram que Marcelo teve desempenho "ruim ou muito ruim" diminuiu para 41%.

(Atualização da notícia às 13h35 incluindo as avaliações dos membros do governo e do presidente da república)

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